31 julho 2010
15 julho 2010
Gostava que as coisas simples nos invadissem e que somente elas nos fizessem mover. Algo tão simples como falar apenas com uma troca de olhares. Sentir o coração bater com um abraço. O transpirar de mãos dadas. O sal da pele. O cheiro.
Gostava que te deixasses invadir pelas coisas simples e que só elas te fizessem querer-me. Querer a lua deitados na praia. Ouvir o mar de olhos fechados. Sentir o frio da areia nos pés. Sentir o escuro da noite. Sentires-me.
Gostava de me invandir em ti com coisas simples e que só elas me fizessem tocar-te. Eu, tu, o nosso filme e o nosso mundo.
12 julho 2010
Viver ou Morrer
Durante algumas etapas das nossas vidas, ficamos sem orientação, as luzes que nos guiavam entre a penumbra da noite, parecem inesperadamente apagadas, o mesmo que conduzir numa estrada vazia e sombria com a presença total da escuridão sem ter faróis. O que nos conduzia parece dissolver-se proporcionalmente com os segundo que se vão.
Numa dessas etapas, chegamos ao ápice da solidão, então esquecemos as correntes que nos mantêm entrelaçados às nossas realidades. Nesses momentos, todos os medos, fraquezas, fragilidades, aparecem e ganham dimensão. Hostilizados pela nossa própria cobardia. Então somos pacientes de várias patologias, por já termos perdido todos os anticorpos que ainda resistiam.
Consequentemente nascem faces e interfaces, que anunciam a morte da nossa verdadeira identidade, surgindo personalidades que não se consolidam, apenas se moldam conforme as circunstâncias. Levando a associarmo-nos a grupos que dêem o pragmatismo de copiarmos fielmente desde o estilo às suas aspirações, alheias ao nosso “EU”, isso por querermos ser vistos não como somos, mas como queremos ser, e como todos querem que sejamos. Fugimos de nós mesmos, corremos em busca de nos reinventar, pintamo-nos de forma distante da realidade, e quando essa pintura foge dos limites do aceitável declara-se um “estado de guerra” contra nossas emoções, motivado pelo sofrimento de nos vermos realmente como somos, se quer então, escapar automaticamente de um pretérito mais-que-perfeito.
Nessa batalha apenas se padece, apenas se fere, apenas se suicida – a cada dia - um pedaço de nós mesmos, é perdido, é esmagado no meio da nossa intransigência. As lágrimas são o sangue que incontrolavelmente jorra do nosso corpo e alma. A melancolia saúda o desabar das muralhas que estavam abaladas, porém erguidas, cedendo espaço para que feridas ainda maiores apareçam, perdemos assim a noção de tempo e espaço, o rancor é a resposta que damos aos vendavais que presenciamos.
Quando a guerra parece não ter um vencedor, a história parece não possuir um herói e o retrato da vida não parece ter uma imagem, eis que ressurge um único sentimento, a persistência de acreditar que apenas nós, isso mesmo, apenas nós e nós mesmos, somos os únicos transformadores do nosso amanhã, e se caso não for, é melhor morrer de dor.
Igualdade?
Existe um outro modo de exercer a liberdade, à primeira vista menos sublime, mais pobre, mais humilde, mas muito mais frequente, ao fim e ao cabo, e que é de uma imensa fecundidade humana e espiritual: não apenas escolher, mas também aceitar aquilo que não escolhemos.
Jacques Philippe
10 julho 2010
Esteriótipos
Toda a beleza é imperfeitamente bela. Jamais deveria haver um padrão, pois toda a beleza é exclusiva como um quadro de pintura, uma obra de arte.
Augusto Cury
09 julho 2010
The Last Song
"He stared at her, knowing with certainty that he was falling in love. He pulled her close and kissed her beneath a blanket of stars, wondering how on earth he'd been lucky enough to find her."
"I call it God Light, because it reminds me of heaven. Every time the light shines through the window we built or any window at all, you'll know I'm right there with you, okay? That's going to be me. I'll be the light in the window."
"In a lifetime of mistakes, you two are the greatest things that have ever happened to me."
"God, he suddenly understood, was love in its purest form, and in these last months with his children, he had felt His touch as surely as he had heard the music spilling from Ronnie's hands."
"The secret is to know how to lie" he used to say, " and to know when someone's lying to you". His father, Steve eventually decided, must have known how to lie."
"Steve Miller: Sometimes you have to be apart from the people you love, but that doesn't make you love them any less. Sometimes it makes you love them more."
"A story about family, first loves, second chances, and the moments in life that lead you back home"
Simplesmente inesquecivel
08 julho 2010
155
Há promessas que duram uma vida

Separam-nos cento e cinquenta e cinco dias
10 de Dezembro de 2010, eu vou
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