28 junho 2011





Nem todas as palavras do mundo ilustrariam o que sinto por ti.
Orgulho. Verdade. Felicidade. Choro. Sorriso. Sexo. Amor.
És tu quem eu preciso, quem eu quero, quem me faz bem. Fica comigo e deixa-me fazer-te feliz.
Uma vida, uma constante partilha.

"É impossível não sorrir, quando se tem a melhor namorada do mundo. Cati ♥"

São 8 meses, que venham muitos mais.

Amo-te Wilson Ramos

27 setembro 2010

Atitude

"(...) É uma decisão interior, capaz de transformar - para melhor - o nosso estado de espírito e a nossa vida. Em vez de concentrar o foco nas dificuldades, focamos as possibilidades. Olhamos a vida como uma grande professora, que a cada instante nos proporciona uma oportunidade de aprendizagem. Mesmo a dor pode ser uma grande professora. Ao passar por uma situação grave, as pessoas tendem a reavaliar suas percepções e reestruturar suas atitudes. A vida torna-se mais viva e saborosa quando passamos a encará-la como uma grande experiência humana de aprendizagem. (...)"

31 julho 2010

15 julho 2010


Gostava que as coisas simples nos invadissem e que somente elas nos fizessem mover. Algo tão simples como falar apenas com uma troca de olhares. Sentir o coração bater com um abraço. O transpirar de mãos dadas. O sal da pele. O cheiro.
Gostava que te deixasses invadir pelas coisas simples e que só elas te fizessem querer-me. Querer a lua deitados na praia. Ouvir o mar de olhos fechados. Sentir o frio da areia nos pés. Sentir o escuro da noite. Sentires-me.
Gostava de me invandir em ti com coisas simples e que só elas me fizessem tocar-te. Eu, tu, o nosso filme e o nosso mundo.

12 julho 2010

Viver ou Morrer


Durante algumas etapas das nossas vidas, ficamos sem orientação, as luzes que nos guiavam entre a penumbra da noite, parecem inesperadamente apagadas, o mesmo que conduzir numa estrada vazia e sombria com a presença total da escuridão sem ter faróis. O que nos conduzia parece dissolver-se proporcionalmente com os segundo que se vão.

Numa dessas etapas, chegamos ao ápice da solidão, então esquecemos as correntes que nos mantêm entrelaçados às nossas realidades. Nesses momentos, todos os medos, fraquezas, fragilidades, aparecem e ganham dimensão. Hostilizados pela nossa própria cobardia. Então somos pacientes de várias patologias, por já termos perdido todos os anticorpos que ainda resistiam.

Consequentemente nascem faces e interfaces, que anunciam a morte da nossa verdadeira identidade, surgindo personalidades que não se consolidam, apenas se moldam conforme as circunstâncias. Levando a associarmo-nos a grupos que dêem o pragmatismo de copiarmos fielmente desde o estilo às suas aspirações, alheias ao nosso “EU”, isso por querermos ser vistos não como somos, mas como queremos ser, e como todos querem que sejamos. Fugimos de nós mesmos, corremos em busca de nos reinventar, pintamo-nos de forma distante da realidade, e quando essa pintura foge dos limites do aceitável declara-se um “estado de guerra” contra nossas emoções, motivado pelo sofrimento de nos vermos realmente como somos, se quer então, escapar automaticamente de um pretérito mais-que-perfeito.

Nessa batalha apenas se padece, apenas se fere, apenas se suicida – a cada dia - um pedaço de nós mesmos, é perdido, é esmagado no meio da nossa intransigência. As lágrimas são o sangue que incontrolavelmente jorra do nosso corpo e alma. A melancolia saúda o desabar das muralhas que estavam abaladas, porém erguidas, cedendo espaço para que feridas ainda maiores apareçam, perdemos assim a noção de tempo e espaço, o rancor é a resposta que damos aos vendavais que presenciamos.

Quando a guerra parece não ter um vencedor, a história parece não possuir um herói e o retrato da vida não parece ter uma imagem, eis que ressurge um único sentimento, a persistência de acreditar que apenas nós, isso mesmo, apenas nós e nós mesmos, somos os únicos transformadores do nosso amanhã, e se caso não for, é melhor morrer de dor.

Igualdade?



Existe um outro modo de exercer a liberdade, à primeira vista menos sublime, mais pobre, mais humilde, mas muito mais frequente, ao fim e ao cabo, e que é de uma imensa fecundidade humana e espiritual: não apenas escolher, mas também aceitar aquilo que não escolhemos.


Jacques Philippe

10 julho 2010

Esteriótipos



Toda a beleza é imperfeitamente bela. Jamais deveria haver um padrão, pois toda a beleza é exclusiva como um quadro de pintura, uma obra de arte.


Augusto Cury